domingo, 13 de setembro de 1998

Atriz está ansiosa para fazer Malhação

    A atriz Juliana Baroni confessa que está ansiosa para saber se vai fazer parte da nova fase de Malhação. E garante que tem tanto razões profissionais quanto pessoal para isso. "Em Malhação a gente aprende se divertindo. E o que é melhor: há uma cumplicidade muito grande entre todo elenco", conta a atriz. Independentemente do destino da romântica Cacau, o folhetim da Globo vai passar por uma ampla reformulação e parte do elenco será renovado a partir de outubro, quando passar a ser ao vivo. Até o final do mês, a direção deve definir o elenco. "Vai ser legal porque não poderemos mais errar", imagina Juliana. A moça já tem alguma experiência de programa ao vivo, já que no início da década de 90 trabalhou como paquita da Xuxa.

    A escolha do elenco vai obedecer aos resultados de uma pesquisa encomendada pela Globo. "Se prevalecer este critério acredito que estou dentro. O público tem aceitado muito bem meu trabalho" acredita a atriz. Apesar do desejo exagerado de permanecer em Malhação, Juliana confessa que planeja voltar a fazer novelas no próximo ano. "Em 99, quero cair de cabeça em alguma novela", avisa a atriz, que vem dividindo seu tempo nos estúdios de gravação da Globo e no terceiro período da faculdade de Letras na PUC, no Rio.

    Nome: Juliana Riva Baroni.

    Nascimento: Em 17 de abril de 1978, em Limeira, São Paulo.

    Primeiro trabalho na tevê: No Xou da Xuxa de 90 a 95.

    Trabalho que gostaria ter feito: A minissérie Anos Rebeldes, de Gilberto Braga. "Sempre me interessei por tudo relacionado ao regime militar".

    Atuações inesquecíveis: De Fernanda Montenegro e Paulo Autran, na novela Guerra dos Sexos.

    O que falta na tevê: "Programas educativos e principalmente voltados para as crianças".

    O que nunca assistiu na tevê: O programa Ratinho. "Não gosto de assistir a programas que exploram a miséria".

    O que gostaria que fosse reprisado: Sítio do Pica-pau Amarelo. "Foi um dos programas mais marcantes de minha infância".

    Símbolo sexual: Marilyn Monroe.

    O maior vexame: "Uma vez, quando estava gravando Malhação tropecei num cabo e cai de cara no chão. Foi um grande mico".

    Livro de cabeceira: "Atualmente estou lendo um coletânea de contos do escritor Caio Fernando de Abreu".

    Personalidade: Charles Chaplin.

    Projeto para o futuro: "No próximo ano quero fazer teatro. Todo ator precisa passar por esta experiência".


O Fluminense - 13/09/1998


sábado, 12 de setembro de 1998

Volta da mamãe

Agora que Lucas está com um ano e meio, Daniela Pessoa já pode deixar o filhote em casa com mais tranquilidade e voltar à "Malhação". Será o retorno de sua Magali.


O Globo - 12/09/1998


quarta-feira, 9 de setembro de 1998

Sem férias

Nem bem despediu-se da Alicinha de "Corpo Dourado", Daniele Winits já está de volta aos estúdios. Esta semana ela grava uma participação muito especial em "Malhação". Mateus Rocha é outro que vai reforçar o time da academia.


O Globo - 09/09/1998


Acidente de trabalho

 

Jornal Extra - 09/09/1999


terça-feira, 8 de setembro de 1998

Volta ao começo

    O niteroiense André Marques está voltando para a Malhação. Depois de seis meses longe da academia, o ator volta a interpretar o hilário Mocotó, numa nova fase do folheteen. A partir de outubro, Malhação será ao vivo e com a participação dos telespectadores através da Internet. Cotado para fazer a próxima novela das 20 horas, que substituirá Torre de Babel, André teve que abrir mão para participar de Malhação. "Queria muito fazer novela. Mas devo a minha carreira a Malhação onde comecei", elogia.


O Fluminense - 08/09/1998


domingo, 6 de setembro de 1998

Ao vivo e a cores para todo o Brasil

Com a volta de Roberto Talma, "Malhação" entra em nova fase com um time da primeira etapa


    Quem pensou que a turma da "Malhação" perdeu o tônus muscular enganou-se. Está prevista para estrear na última semana de setembro a mais radical das mudanças já ocorridas desde a estreia do programa, há três anos. As aventuras passarão a ser ao vivo e interativas e, como sempre, a muitas tigelas de açaí. Que nesta nova fase voltam a ser preparadas na lanchonete da academia, já que é lá que toda a ação estará novamente concentrada.
    A ideia é, além de fazer uma reformulação na essência do programa - com transmissão ao vivo- retomar ingredientes da fórmula que foi bem-sucedida em seu lançamento, em 1995, através da reintegração de uma equipe que já fez parte da atração.
    — O programa está hiperdimensionado -avalia o diretor-geral de criação da Globo Roberto Talma. — A "Malhação" foi criada para funcionar em estúdio e ter um ritmo que corresponde a aventuras semanais. Voltará a ser assim.


Roteiristas, atores e diretor da primeira fase

    Talma convocou os supervisores de texto Charles Peixoto e Ronaldo Santos e o diretor-geral Flávio Colatrello, responsáveis pela primeira fase da trama. Depois de um período de afastamento, eles voltam a comandar os movimentos da galera. E atores da primeira fase, como Bruno de Luca (Fabinho), Fabiano Miranda (Bróduei), André Marques (Mocotó), Romão (Luigi Barichelli) e Candelária (Dill Costa) estarão de volta. Sílvia Pfeifer (Paula) também foi cogitada, mas ainda não está confirmada.
    — Estamos trabalhando em cima destes personagens — diz Charles. — O Talma avisou ainda que teremos no elenco três paquitas, um ator que fez "Colégio Brasil", no SBT, e uma menina de 9 anos, que, segundo ele, será uma revelação.
    André Marques que até hoje recebe cartas por conta do desajeitado Mocotó, voltará por cima, Será um dos novos donos da academia.


André Marques está animado com a volta à academia

        — Ele subiu na vida e comprou metade das ações — A outra parte será do Romão. Estou achando legal a perspectiva é diferente. Tenho a maior disposição para trabalhar. Principalmente com o Talma e o Colatrello, que sempre confiaram em mim.
    Bruno de Luca esperava ser convidado para fazer uma novela, mas lembra que "Malhação" foi muito importante em sua carreira, e acha que esta volta pode ser positiva:
    — Se foi para crescer como ator e como pessoa, tudo é válido. Entrei no programa na época do piloto, em 1995, em o Talma. E confio nele.
    As aventuras voltam a ser semanais, como no início.
    — O programa foi criado para ter este formato. Não adianta tentar reinventar a roda. É assim que ele funciona - garante Talma.
    Ele diz que a interatividade é um projeto antigo:
    — Gostaria inclusive de criar um sistema para que crianças e adolescentes dessem opiniões via internet diretamente de suas escolas.


Revista da TV - 06/09/1998